“Portanto, não é a imaginação que cria o sentido; é o amor
que o descobre. Não criamos sentido, apenas nos dedicamos a encontrá-lo. O
sentido das coisas está nas coisas e nenhum outro aparato – intelectual ou
mecânico – é necessário para encontrá-lo além dessa “atenção dedicada” que bem
podemos chamar de amor.”

(leia a íntegra no bom café)

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