Saindo do número 1, sublimando.

Eu não sou melhor do que ninguém.
Querendo ou não todos os seres humanos, somos dotados de alguma imperfeição, é utopia tentar a perfeição, isso cansa, e cansa principalmente aquele que anceia pela própria perfeição.
A intolerância é a irmã siamesa do preconceito, ultimamente tenho lidado bastante com preconceito e tenho assisitido ele caminhar de mãos dadas com a intolerância pelo mundo.
Eu sofria muito querendo ser perfeita, querendo ter conciência ambiental, querendo me relacionar bem com as pessoas, querendo curar meu corpo para poder caminhar na estrada da felicidade. Agora desisiti, voluntariamente.
E este ato de desistência me fez uma pessoa melhor, mais tolerante e consciente.
Consciente do que posso fazer pelo planeta, pelo meu próximo, pelo meu corpo e pelo meu espírito.
Ainda como carne três vezes na semana, mas sou incapaz de deixar alguém que eu amo ou chamo de amigo na mão.
Não sou perfeita, apenas faço o que eu posso.
Assim eu estou me curando e assim eu sou feliz.
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