“Amor próprio”, inspirado em Haroldo Campos.

Nasce e morre, nasce e morre. É assim quando a gente respira. Nascendo e morrendo o tempo todo.

Tem coisas que matam um pouco mais, fazem com que a gente solte mais ar e liberte um pouco mais de vida presa nas entranhas.

Hoje estou morrendo mais um pouco, sei bem a sensação de impotência que me dá… Não se pode fazer nada, só deixar a vida  se esvair mais um pouco do que o de costume, liberando junto com o suspiro a lágrima da desilusão.

Hoje estou de luto. Porque morreram um pouco o amor e a confiança.

Em dias como o de hoje é difícil estar em paz e serena.

Um vaso que se quebra você pode colar porém, ele jamais será o mesmo. Hoje os meus cacos sentiram suas cicatrizes de cola ruirem novamente e mesmo que se passem mais uma, duas, três camadas de cola  não vai mais colar. Meu Deus, até quando eu terei que colar as coisas? Até quando eu tentarei consertar o que não tem conserto???

Não, não tem.

Inspirando estou nascendo, nascendo e renascendo. E comigo renasce a esperança de ser mais forte, com mais amor, por mim.

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